V i v i a n y . P f l e g e r


O dinheiro que dá em árvore
December 14, 2009, 10:42 pm
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Sinceramente é uma vergonha toda a história que envolve a ávore de R$ 3,7 milhões para o natal de Florianópolis. A ausência de licitação para construção da árvore tá gerando polêmica, e o Ministério Público suspendeu o pagamento em função desta irregularidade.

Mesmo agindo errado a prefeitura tem comportamento infantil ao declarar hoje em público, o seguinte:

Prefeito Dário Berger anunciou durante cerimônia na inauguração de espaço social na Igreja Nossa Senhora da Boa Viagem que mandará desmanchar a polêmica árvore de Natal da Beira Mar, cancelará as festas do reveillon e o espetáculo pirotécnico da virada do ano, caso não haja cassação das liminares pelo Tribunal de Justiça”. (Fonte: Blog do César Valente – origem da notícia: blog do Moacir Pereira).

Isto se chama chantagem.

Fonte: Blog do César Valente.

Viviany



Gestão dos ciclos na vida profissional
December 14, 2009, 8:29 pm
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Fonte: HSM.

Conheça os movimentos que mais se repetem em nossa vida profissional e as consequências da boa ou má gestão de cada um deles.

Há algum tempo assisti a uma palestra do mestre da FGV-SP, Fundação Dom Cabral (entre outras) e colega do Instituto do Marketing Industrial, Luiz Carlos Cabrera, na qual ele nos mostrou a importância de nos posicionarmos e vivermos a vida como se ela fosse formada de ciclos e, como tal, sobre a necessidade de encerrarmos cada ciclo a fim de nos liberarmos para assumir novas responsabilidades, criar novos projetos e “espantar os fantasmas”.

De fato, fazemos parte da natureza e é ela a maior prova de que a vida tem o seu equilíbrio organizado por ciclos, como por exemplo: o nascer do sol anuncia um novo dia e seu pôr prenuncia a chegada da noite; a primavera se manifesta após o inverno e, no seu final, introduz o verão, que por sua vez, se despede trazendo o outono; dormir se faz necessário para repor energias e estar acordado é condição para fazer, realizar, construir, etc.

Na vida humana, como diz Cabrera: “você pode estar começando num novo emprego, terminando uma relação, comprando uma casa, trocando de cidade, negociando um aumento, iniciando um curso de música, voltando a freqüentar a academia”. No entanto, quantos de nós procrastinamos nossas decisões, “deixando” para outro dia ou para um outro tempo que nunca chega e, com isso, passamos a conviver com vários ciclos “em aberto”, os quais acabam contribuindo negativamente nos vários contextos de nossa vida.

Sabendo da importância dos ciclos na nossa vida, achei que seria relevante trazer à reflexão, alguns exemplos que se repetem com freqüência no desenvolvimento da carreira profissional de tantas pessoas e, no final, comentar a provável conseqüência da má gestão dos ciclos.

Para aqueles que estão iniciando a carreira
A grande maioria dos jovens inicia sua carreira com toda a energia e disposição. Porém, passados alguns anos, observa-se um profissional desmotivado, sem iniciativa e com perspectivas futuras inteiramente limitadas.

Isso ocorre por uma série de razões. Entretanto, além de saber que alguns ciclos precisam ser encerrados para que outros possam ser iniciados, uma das principais causas é a falta de visão dos ciclos necessários para seu desenvolvimento.

Portanto, para aqueles que estão em inicio de carreira, recomendamos um “planejamento de ciclos”: a estruturação de como se pretende construir sua carreira ao longo dos anos. Para tanto, é preciso projetar e estabelecer metas (com prazos) até onde se quer chegar e os meios necessários.
Jamais se esqueça de que o medo pode ser um dos maiores obstáculos para o encerramento de um ciclo.

Para aqueles que estão no meio da carreira, porém com falta de perspectivas de crescimento
Tenho certeza de que você, caro leitor, sabe do que estou falando, pois se já não viveu essa situação, conhece alguém que se encontra nesse estágio.

Quantos são os profissionais que, após alguns anos, conquistaram alguns degraus na pirâmide organizacional e simplesmente estagnaram? Por que isso ocorre? O que fizeram para mudar essa situação?

Se você conversar com qualquer um desses profissionais, provavelmente escutará uma das seguintes frases: “a empresa não dá oportunidade para o pessoal antigo”; “meu chefe só vê qualidades no fulano e beltrano”; “tenho problemas de relacionamento com meu superior”; “não sei mais o que fazer para ser promovido”, e assim por diante.

Será tudo isso realidade? Ou será que esses profissionais também não conseguem enxergar os ciclos que compõem sua carreira?

Para estes, nossa recomendação é fazer uma “revisão dos ciclos” e planejar os “novos ciclos” necessários para uma retomada do desenvolvimento profissional.
Lembre-se que, além do medo, a acomodação pode ser o principal adversário de seu progresso!

Para aqueles que estão no meio de uma carreira ascensional
Os profissionais que se encontram nessa situação sentem-se competentes, confiantes, prestigiados e com a certeza de que as novas conquistas serão conseqüência natural de seu sucesso.

Para os profissionais que se encontram nesse momento de suas carreiras, nossa recomendação é fazer uma “reflexão dos ciclos passados” e a forma como cada um deles foi concluído, extrair os melhores ensinamentos e projetar os “novos ciclos”, ainda com maior consistência.

Portanto, cuidado! Com uma carreira vitoriosa até aqui, certamente o medo não marcou presença em sua trajetória, porém não se esqueça que, se de um lado a confiança é uma das principais qualidades dos profissionais vitoriosos, o seu excesso poderá criar uma “cortina” que impedirá a visão realista dos ciclos atuais e futuros de seu desenvolvimento.

Para aqueles que estão na fase final de suas carreiras
Pode parecer não haver sentido em abordar esse grupo, afinal, a carreira já está chegando ao fim e agora não há mais nada a fazer. Ledo engano, pois para a grande maioria, esse momento talvez venha a ser o mais difícil de toda carreira e, possivelmente, seja o ciclo que apresente o maior grau de complexidade para fechamento ou encerramento.

Independentemente se você foi um profissional de grandes conquistas ou não, lembre-se, em primeiro lugar, que o encerramento de uma carreira deve representar apenas o final de um dos ciclos da vida e assim como o nascer do sol anuncia um novo dia, a perspectiva do final da carreira deve ser o incentivo para a formulação de um (ou vários) ciclo que contemple aspectos que possam trazer bem estar, prazer, realização e crescimento interior.

Para quem se encontra nesse estágio da vida profissional, torna-se essencial formular ciclos que privilegiem a família, a sociedade (representada pelos seres humanos mais carentes), a saúde e a espiritualidade.

Lembre-se que a vida ainda poderá trazer muitas compensações e alegrias, as quais só terão algum sentido quando forem decorrentes de atitudes pessoais que buscaram a felicidade dos outros.

A principal conseqüência da má gestão dos ciclos na vida profissional
Todos sabemos que o stress representa uma das principais ocorrências dentro das organizações e estima-se que 70% dos brasileiros sofrem as suas conseqüências. Desse total, estima-se também que 30% sofrem da Síndrome de Burnout.

A chamada Síndrome de Burnout é definida por alguns autores como uma das conseqüências mais marcantes do estresse profissional, e se caracteriza por exaustão emocional, avaliação negativa de si mesmo, depressão e insensibilidade com relação a quase tudo e todos (até como defesa emocional)”.

A não gestão atenciosa e cuidadosa dos ciclos da vida profissional, pode conduzir a pessoa a um estado de exaustão prolongada e conseqüente diminuição do interesse em relação a todas as coisas que se relacionam ao trabalho, caracterizando assim a tal síndrome.

Na medida em que os ciclos profissionais não são fechados, crescem os problemas de relacionamento com as chefias e demais colegas, cai o desempenho e o grau de cooperação com a equipe e aumentam os conflitos internos (até mesmo em relação a situações consideradas simples).

No contraponto de tais considerações, na medida em que os ciclos da vida profissional são bem geridos, aumenta-se o grau de resiliência, ou seja, a capacidade do ser humano de enfrentar as pressões e adversidades no ambiente de trabalho sem ser acometido pelo stress ou se tornar vítima da síndrome de burnout.

Acredito que as pessoas que conseguem desenvolver uma boa gestão dos ciclos da vida profissional se fortalecem e “acumulam energia” que as ajudam a resolver os problemas e superar as barreiras e dificuldades com naturalidade.

Apesar de concordar que ser resiliente é uma questão de atitude, tenho certeza que se você gerir competentemente os ciclos de sua vida profissional, encerrando-os no tempo certo ou quando as circunstâncias impuserem, ajudar-lhe-ão a fortalecer seu grau de resiliência.

Finalmente, conforme nos lembra Cabrera (tratando do assunto também na revista Você S/A), é possível perceber quando um ciclo profissional chega ao fim: “Você para de aprender, sente que sua influência sobre as decisões está diminuindo e as relações estão se desgatando”.  Se chegou esse momento, é melhor iniciar o planejamento da mudança do que ser aniquilado por ela.

Torço para que você esteja gerindo com muita competência todos os ciclos de sua vida!

Por Carlos Alberto Zaffani (Consultor em Gestão de Empresas – Diretor da Zaffani Asses. Empresarial. Seu e-mail é zaffani.consult@uol.com.br)



Humor de sexta: 10
December 4, 2009, 2:00 am
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Reunião da diretoria.

reuniao_diretoria

Fonte: É triste viver de humor.



Ponto de vista
December 2, 2009, 12:29 pm
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“Não é a empresa que deve dizer o que você vai fazer. Você que tem de falar para que servirá na empresa”.

Elisabete Alves – consultora do IDORT-SP

Isso é você mostrar que sabe o que quer pra sua carreira, e que atenderá às expectativas da empresa. ;)

Viviany



O Brasil deveria aprender a falar espanhol para ser líder?

Transcrevo dois textos que se complementam e foram publicados no blog Executivos Brasil. O assunto trata do aprendizado da língua espanhola para fortalecer o contato cultural e comercial do Brasil entre os povos latinos, visto que esse é o maior país da América Latina, e um dos grandes destaques no cenário internacional atualmente.

Texto 1: Portunhol – a hora de o Brasil ‘hablar en serio.

Por Gustavo Vannucchi no blog Executivos Brasil.

Na terra de Drummonds, Vinicius e Lispectors, mal dizer o português ou é piada de mau gosto ou então falta de orgulho. A única língua que talvez consiga traduzir “saudade” é, ao menos sob meu ponto de vista, o maior patrimônio cultural que temos.
Claro que isso não é totalmente notável no nosso dia a dia. A começar pelos erros que provavelmente, depois de umas duas revisões, ainda me escaparam. Depois com os maus exemplos dos nossos personagens mais influentes que usam e abusam do português entortando e esticando as palavras na televisão. Finalmente nas escolas onde infelizmente muitos professores “desensinam” a língua.

O momento faz cada vez mais evidente que o desafio vai além da básica educação. Com o mundo globalizado e com a crescente importância das redes sociais e as ferramentas de comunicação mundiais, falar outras línguas deixou de ser importante e passou ao nível de mandatário.

O Brasil é um grande país que fala uma língua pouco importante. Na economia mundial não se fala português. Nosso país quer ser líder latino americano sem falar a língua principal do continente. E mais.. não da a mínima pra isso. Ensino de espanhol de boa qualidade tem que ser obrigatório em todas as escolas. Isso é uma questão de respeito aos nossos vizinhos/parceiros e liderança econômica!
Nas escolas existe a matéria inglês. Honestamente a um nível vergonhoso. Isso inclui a grande maioria das escolas particulares que as vezes custam milhares de reais por ano. Estudante que fala inglês é porque teve a oportunidade de estudar e a dedicação para aprender. São poucos.

Mas como ensinar uma segunda língua para um povo que pouco conhece a primeira?
Milhares de jovens usam computadores nas escolas. Aprenderam por conta própria. Burros não somos. Além disso o espanhol é tão parecido com o português que em 5 anos seria impossível não haver ao menos um nível aceitável de conhecimento.
Culpar os políticos? Não. A culpa é dos pais. Especialmente se seus filhos estão no sistema privado de ensino. Como cliente você tem que exigir o melhor. O custo da inclusão dessa matéria no currículo da escola não representaria um aumento maior do que 2% na mensalidade.

O que esperar como resultado?
Gerações de brasileiros empreendedores, trabalhadores e estudiosos, bilingues, capazes de compreender melhor o contexto em que vivem, mais integrados com a América Latina e com muito mais oportunidades de trabalho e carreira do que hoje. O Brasil está anos a frente dos demais países em termos econômicos, democráticos e em alguns casos tecnológicos e ambientais. Isso definitivamente nos daria uma grande vantagem para assumirmos definitivamente a liderança da região aumentando nossa participação no mercado global exponencialmente em todos os aspectos.

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Texto 2: A análise dos comentários.

Por Gustavo Vannucchi no blog Executivos do Brasil.

Fiquei muito contente com a participação de centenas de pessoas que leram o artigo das quais 67 participaram da discussão sobre a importância de falar espanhol no Brasil para se tornar um líder na América Latina.
Antes de mais nada gostaria de dizer que, como coordenador de comunidades virtuais, meu papel é fomentar o social networking. Faço isso através dos textos que escrevo e público no Blog do EB. A ideia não é ter razão, ganhar uma discussão, mas sim aprender e dividir o aprendizado com todos. Gostaria de salientar que participaram da discussão estudantes, estagiários, secretárias, gerentes, diretores, CEOs de multinacionais. Brasileiros e estrangeiros, residentes no Brasil e no exterior.

A seguir tento fazer uma análise geral, tomando como referência a maioria, excluindo as exceções.

Semântica:

As palavras que usamos podem variar de significados, de acordo com a própria língua, experiência de vida, etc. No caso a palavra-chave foi “Líder”. O que é ser líder? Se não estou esquecendo de outros resultados, líder significa:
1)    Aquele que está na frente.
2)    Aquele que está a frente.

A diferença é sutil, mas note que o primeiro faz referência a uma posição. Aquele que deixa os outros pra trás.
A segunda, mais abrangente, é aquele que se refere ao líder que leva seus parceiros a uma determinada situação sem deixá-los pra trás. É mais ou menos como encontrar a diferença entre o corredor mais rápido dos 100m nas olimpíadas ou o treinador da equipe de atletismo. Quem é o líder? Aquele que corre na frente ou aquele que ajudou todos a se tornarem campeões?

No caso da discussão as opiniões ficaram divididas. Algumas pessoas julgaram impertinente a necessidade de aprender espanhol para se tornar líder. A maioria dava sinais de entender liderança como definida no primeiro tópico. Citaram fatos como sermos a maior nação dentre as latinas e que os outros deveriam aprender português. Deram como exemplo os EUA ou a China como lideres sem falar uma segunda língua. Outros acharam que o espanhol não é necessário porque, afinal, com o portunhol “dá pra se virar” e seria mais importante aprender mandarim, por exemplo.
Muitas outras pessoas acharam que aprender espanhol seria um sinal de liderança. Nota-se que essas pessoas tem uma percepção do termo mais próxima do segundo significado proposto.
O objetivo seria elevar o nível de comunicação com nossos vizinhos e passar a vê-los como parceiros e não competidores. Em outras palavras liderar todos como um grupo e tornar nosso pedaço do continente mais relevante, não simplesmente ter números mais impressionantes . Apontaram para o fato de os EUA já terem reconhecido que precisam se tornar um país bilíngue para lidar com problemas domésticos (absorver grande parcela da população latina) e para  se aproximar da grande maioria de seus vizinhos ao sul de suas fronteiras.

Liderança em que?
Um país, uma cidade, uma comunidade, um grupo de pessoas, uma empresa. Todos podem exercer liderança. Mas em que? Muitos entendem que um país é líder quando detém poder econômico. Varias deram como exemplo, de novo, China e EUA, e citaram liderança em exportações, números de produção, etc.
Muitos outros lembraram-se que liderança se pode exercer em outros setores, como religião e moral, armamentista, desportivo, cientifico, político, etc.
Alguns exemplos citados foram o fato de os EUA não serem um líder relevante em religião e moral (apesar de serem temas muito presentes no cotidiano domestico deles). Politicamente a Comunidade Europeia ganhou muita força e talvez seja um líder mundial, passados os anos da pobre diplomacia de Bush e o fortalecimento das estruturas políticas da unidade europeia.
Alguns participantes lembraram que a estrutura de poder e liderança sempre se baseou em poder bélico e financeiro. Outros lembraram da liderança que a religião exerceu na formação da nossa cultura moderna. Notaram que algo  parece estar mudando nisso baseando-se no fato de que EUA, por exemplo, não são mais os lideres políticos em quase lugar nenhum do mundo. Que seu poderio bélico hoje se demonstra ineficiente contra homens-bomba e ineficaz devido a saturação das suas forças armadas.

Conclusão:
Certamente o Brasil, independente da semântica, é líder em vários aspectos. Politicamente e democraticamente é o país mais avançado na América Latina e um dos mais importantes no mundo. Economicamente é minúsculo quando todos os números EUA e Europa são colocados na balança, mas maiúsculos se comparados com 20 anos atrás e principalmente se individualmente comparados com diversos países europeus  e porque não todos os outros.
Acho que o que podemos tirar de tudo isso é que devemos primeiro entender o que significa ser líder para depois discutirmos como fazer para nos tornarmos um. Certamente aquele que quer estar “na frente” ou “a frente” tem que dominar os cenários, conhecer seus companheiros e seus adversários. Tem que estar pronto pra evoluir. Isso se faz através de uma sociedade ativa e educada, capaz de entender e dialogar. A minha sugestão foi aprender espanhol porque, como primeiro passo, seria fácil, de baixo custo e poderia atingir bons resultados. Poderia ser inglês, mandarim, informática. Poderia ser simplesmente o que já se oferece só que em um nível melhor. O importante é que agora é hora de falar sério.

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Humor de sexta: 9
November 27, 2009, 2:00 am
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Aprenda a desaprender
November 26, 2009, 5:52 pm
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O futuro estará nas mãos dos multifuncionais, daqueles que tiverem experiência em vendas, em finanças, em logística, na gestão de pessoas. Mais do que um profissional especializado em técnicas, os líderes empresariais desejarão cada vez mais aqueles que entendam do negócio da empresa como um todo. Aqueles que sejam multicompetentes.

Por César Souza (presidente da Empreenda, empresa de consultoria em estratégia, marketing e recursos humanos, além de autor e palestrante) publicado na revista online da HSM.

Segue o texto completo:

Todo mundo sabe que é preciso adquirir novas competências a fim de garantir uma carreira de sucesso – e é mesmo. Mas você já se perguntou o que de fato precisa aprender? Nem sempre é o que parece mais óbvio. Acredite: em certos momentos da vida executiva o melhor a fazer é aprender a… desaprender!

Descubra seu Ponto C, seu ponto de competência. Pare de ficar apenas tentando superar suas limitações, seus pontos fracos. Invista naquilo em que você já é bom e que pode torná-lo melhor ainda. E que, de preferência, coincida com aquilo que vai agregar valor aos resultados da empresa.

Não adianta você ser supercompetente em algo desatrelado das competências necessárias ao sucesso do negócio da sua empresa naquele momento específico. Esse ponto C será o seu diferencial. Mas para chegar lá é preciso, antes, livrar-se do que pode até ter sido útil no passado, mas tornou-se um empecilho para aprender o novo.

Precisamos deletar conhecimentos, atitudes, habilidades e preconceitos para abrir espaço para nos voltar para o futuro. Temos muito o que desaprender. Mas não se trata apenas de técnicas. Trata-se mais de postura, de atitudes, do modelo mental que ainda prevalece em nosso dia-a-dia empresarial.

É preciso desaprender certas crenças da nossa cultura empresarial. Pérolas do pensamento como “subordinados são pagos para fazer e não para pensar” e “cada macaco no seu galho” — inspiradoras da departamentalização excessiva — e o “manda quem pode obedece quem tem juízo”, acabam aprisionando a energia criativa das pessoas.

A liderança, tal como a conhecemos hoje, está com os dias contados. Os velhos e surrados atributos do líder foram concebidos para uma realidade que já não existe mais. E o líder baseado apenas no carisma é uma espécie em extinção.
Precisamos desaprender a nos posicionar como experts. A vez do especialista, do profissional unifuncional, está chegando ao fim. Ainda é uma herança da era industrial. Salvo raras exceções, não dá mais para fazer uma carreira apenas dentro de uma área e chegar a diretor ou vice-presidente tendo passado por todas as seções dentro dessa área.

O futuro estará nas mãos dos multifuncionais, daqueles que tiverem experiência em vendas, em finanças, em logística, na gestão de pessoas. Mais do que um profissional especializado em técnicas, os líderes empresariais desejarão cada vez mais aqueles que entendam do negócio da empresa como um todo. Aqueles que sejam multicompetentes.

É preciso que nós desaprendamos a viver voltados para dentro da empresa. Os resultados não são mais gerados só dentro das “paredes” da empresa. O diferencial reside do lado de fora, na conexão desta com seus clientes, parceiros, fornecedores, formadores de opinião.

O capital intelectual não é sinônimo do quadro de funcionários. É necessário propor projetos de capacitação em competências para distribuidores, PDVs, fornecedores, parceiros e para as comunidades onde operam. A competência tem de estar em toda a cadeia de valor do negócio da empresa.

Precisamos desaprender a viver com medo, criar um clima de maior tolerância para riscos, tomar mais iniciativa, sermos mais proativos e com isso encorajar outros. Vivemos engaiolados por normas e estruturas. Muitos líderes querem encorajar pessoas a serem mais ousadas, a dar vazão à criatividade, mas eles próprios não se comportam da forma que apregoam. Precisamos desaprender a educar pelo discurso e aprender a educar pelo exemplo.

Aprender a desaprender é o segredo daqueles que conseguem identificar – e com clareza – o Ponto C. Mas, competência não é sinônimo de conhecimento. Só chega ao Ponto C quem agrega valor e disponibiliza resultados para a empresa onde trabalha e para a sociedade onde vive.

Viviany



Etiqueta na festa da empresa
November 26, 2009, 12:00 am
Filed under: Comportamento, Vídeos | Tags:

Fim de ano chegando, e pra continuar a semana de vídeos por aqui, deixo o recado da Glória Kalil sobre dicas de como se comportar na festa da empresa. ;)

Enjoy it!



Ação em cadeia
November 25, 2009, 2:51 am
Filed under: Consciência, Vídeos | Tags: , ,

Muita gente já deve ter assistido este vídeo, mas segue aqui pra fazer pensar em quais negócios e ações diárias podemos evitar pra que a natureza não se revolte, ainda mais, contra a gente.

Viviany



O custo da conquista de um novo cliente
November 24, 2009, 11:42 pm
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